Em um artigo relacionado à saúde do brasileiro, a Cognatis apresentou um quadro com diversos dados revelando a condição na qual o cidadão tupiniquim lida com essa questão atualmente. Nesse novo artigo, relativo ao tema, trataremos do mercado fitness, cada vez mais presente na rotina do brasileiro.

Muito já se sabe sobre os benefícios de praticar atividades físicas para a saúde. Acredita-se que um dos fatores para o prolongamento da longevidade está ligado ao fato do indivíduo se exercitar regularmente.

O aumento no interesse nesse setor deve-se muito pela divulgação dos benefícios das atividades para a saúde como também pela rápida propagação nas unidades de academias no país. Hoje existem mais de 30 mil estabelecimentos no território brasileiro, o dobro do registrado em 2010 pela Acad (Associação Brasileira de Academias).

De acordo com a associação, o Brasil tem 7,6 milhões de clientes membros de academias, o que representa um aumento de 61,7% na comparação com 2010. A Acad ainda apontou que o mercado fitness brasileiro é o segundo maior do mundo, movimentando cerca de US$ 2 bilhões, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Uma pesquisa promovida pelo Instituto Data Popular indica que, atualmente, 52% da população que se encontra na classe C (com renda familiar entre R$ 1.064 e R$ 4.591) está matriculada em uma academia.

Uma pesquisa recente revelada pelo IBGE, mostrou que o Distrito Federal é a unidade que mais se pratica exercícios físicos no país. Por lá, 35,1% dos habitantes com 18 anos ou mais praticam atividade física na quantidade recomendada. Em segundo e terceiro lugares, estão Amazonas e Rio Grande do Norte, com 26,7% e 25,3% respectivamente.

Apesar do avanço no interesse dos brasileiros em busca de hábitos mais saudáveis, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada pelo IBGE, apontou que 46% dos adultos consultados ainda não praticam atividades físicas em nível satisfatório.

Do outro lado, a turma dos praticantes de exercícios, segundo dados da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), constatou-se que entre os homens, 41,2% praticam algum exercício no tempo livre, enquanto que apenas 27,4% das mulheres fazem o mesmo. A Vigitel também descobriu que o nível de escolaridade influi na prática de exercícios físicos. Entre quem tem mais de 12 anos de escolaridade a prática regular de exercício chega a 45%, enquanto entre os que tem até 8 anos o percentual cai para 22%.

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