O investimento em instituições de ensino no país é considerado por muitos como irrisório. Por mais complexo que seja para que redes de ensino, tanto privadas como públicas, adotem medidas para aperfeiçoar práticas e aplicar metodologias inovadoras de ensino, a sensação que paira entre alunos e pais é a de insatisfação.

De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Brasil investe U$ 2.751 por aluno por ano no Ensino Médio, enquanto que países como Suíça e Estados Unidos investem mais de U$ 10.000 por aluno no mesmo período.

Apesar dos avanços na última década, o país ainda sofre com enormes deficiências nesse setor. Segundo dados da Pnad 2012, 45,5% da população com 25 anos ou mais não tem o ensino fundamental completo. O relatório de Desenvolvimento Humano do PNUD revela que o Brasil tem a menor média de anos de escolaridade, com 7,2 anos de estudo – índice igual ao do Suriname.

A evasão escolar é comum, e registra-se uma taxa de abandono em 24,3%, considerada a terceira maior taxa de abandono escolar entre os cem países com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

O planejamento é essencial para reverter esse quadro. De nada adianta levantar fundos para investimentos se eles não forem direcionados corretamente. Uma gestão eficiente consegue fornecer condições e infraestrutura adequada para o ensino. A análise de um local será sempre crucial para que uma empresa, ou no caso uma instituição de ensino, compreenda como proceder e quais investimentos fazem sentido para o perfil de cada região.

O geomarketing, os modelos estatísticos e as projeções demográficas são exemplos de soluções oferecidas pela Cognatis que possibilitam estimar ou projetar o potencial de demanda por serviços educacionais por região. São, portanto, instrumentos essenciais para suportar estratégias de expansão ou rentabilização de redes de ensino, tanto privadas como públicas.

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