A faixa etária da população é uma das variáveis mais interessantes para avaliarmos no contexto mercadológico. São tantas as mudanças que acontecem com o passar dos anos, que ficou muito mais complexo prever o comportamento de um indivíduo com base apenas na faixa etária.

Se pararmos para observar, constataremos que as terminologias que determinam, por exemplo, quem é adolescente e quem é idoso mudam com o tempo. Em tempos remotos, no começo do século XX, um indivíduo com 14 anos já era considerado um adulto. Sua transição para a maioridade se dava mesmo sem que a puberdade fosse inteiramente concluída. Com o passar das décadas, a inclusão da terminologia que se refere à adolescência, classificando o período entre a infância e a maioridade, passou a ser adotada em âmbito mundial. Essa faixa etária pode variar entre 10 e 18 anos ou entre 12 e 21 anos, dependendo do país. Por outro lado, há também outra terminologia que já passou por várias revisões ao longo do tempo: a que está estabelecida na parte mais alta da pirâmide etária, onde estão localizados os indivíduos considerados idosos.

Hoje em dia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o idoso é a pessoa que possui 65 anos ou mais. Embora essa definição já tenha mais de 10 anos, a expectativa de vida no Brasil não parou de aumentar. Para termos uma ideia, em 1980 a expectativa de vida do brasileiro era de 62,5 anos; enquanto que atualmente a expectativa já ultrapassou 75,2 anos.

Apesar de reconhecermos que indivíduos envelhecem de maneiras diferentes, governos e organizações privadas tornam necessária a divisão dessa faixa etária para delimitar os planos sociais e de mercado voltados para esse grupo.

No contexto mercadológico, empresas do mundo inteiro, de diferentes setores, estão percebendo a necessidade de segmentar as diferenças apresentadas dentro desse grupo etário. Os idosos não são mais um conjunto homogêneo demográfico. Eles constituem uma ampla variedade de perfis com diferentes estilos de vida, preferências e hábitos. Essas diferenças se tornam ainda mais aparentes quando são analisadas variáveis demográficas, como escolaridade, renda média ou gastos com consumo.

A segmentação, nesse caso, se dá a partir de análises de mercado, e muitas conduzidas por estudos de geomarketing, que buscam responder a perguntas sobre quem são esses idosos, onde residem, quais produtos e serviços preferem consumir e como atingir esse público.

Quem são esses indivíduos

Essas pessoas ainda estão trabalhando ou já são aposentadas? Estão casadas ou solteiras? Quantos filhos possuem? A renda é de classe alta, média ou baixa? Essas perguntas ajudam a entender quem são essas pessoas com base na composição demográfica e socioeconômica.

Onde estão localizados

As soluções de inteligência geográfica oferecem dados precisos das regiões brasileiras, apontando estados, cidades, regiões censitárias e bairros com a localização desses indivíduos.

Quais produtos/serviços preferem consumir

A segmentação ajuda a identificar as atividades dos idosos por setor e os gastos com diferentes áreas do comércio. As informações de gastos e atividades ajudam a esclarecer quais são os produtos e serviços que esses indivíduos preferem consumir.

Como atingir esse público

As preferências dos idosos variam tanto quanto as preferências de outras faixas etárias. Essas diferenças providenciam muitas oportunidades para empreendedores investirem em análises de mercado, descobrindo como atingir esse público e qual é a estratégia mais assertiva.

Quer saber mais como a Cognatis pode ajudar a trazer inteligência de mercado para a sua empresa? Acompanhe a Cognatis pelo Linkedin e saiba como aplicar estudos de geomarketing ao seu negócio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *