Qual o potencial do big data no geoprocessamento?

Todo projeto de Geomarketing está fundamentado em três colunas: dados, métodos e ferramentas. Quando o assunto são os dados, provavelmente você já deve ter ouvido falar de Big Data.

Apesar das diferentes definições que circulam por ai, o Big Data parte de alguns princípios simples: um gigantismo de massa de dados que é visto pela primeira vez na história da nossa sociedade; novas tecnologias para possibilitam processar estes volumes gigantescos com extrema velocidade e, por fim, novas formas de coletar dados e monitorá-los. Assim, o big data no geoprocessamento oferece às empresas a oportunidade de trabalhar com um maior volume de informações praticamente em tempo real.

Inteligência de mercado

O primeiro potencial do big data no geoprocessamento é em relação à oferta de um grande volume de informação estratégica, que pode auxiliar na descoberta de padrões comportamentais de consumidores ou outros fatores úteis ao processo mercadológico.

“A ideia básica não é nova. Há décadas sabemos da importância de basear certas decisões empresariais em informações quantitativas. Sejam estas informações capturadas primariamente, sejam geradas por análises de dados secundários ou internos da empresa. O que mudou com o Big Data é que ele tem mais a ver com intensidade que com a ‘natureza’ do fenômeno”, justifica Reinaldo Gregori, CEO da Cognatis.

Armazenamento e processamento de dados

Vivemos numa era de registros de pensamento, ideias, atividades e etc. A maioria deles guardados em nuvem. Com o avançar no desenvolvimento da Internet das coisas, mais dados poderão ser extraídos pelas empresas num futuro próximo.

Vale reforçar, porém, que praticamente tudo o que se faz e se registra atualmente na internet conta com um rastro espacial, seja por GPS, localização de IP, triangulação, ou outro método de rastreamento. Assim, o Big Data também vinculado ao impacto que a geolocalização tem ganhado na hora de conhecer clientes e seus hábitos de consumo.

O Big Data no geoprocessamento permite que o volume e complexidade nas massas de dados gerados no dia a dia – seja por smartphones ou eletrodomésticos conectados  à internet- sejam absorvidos por novas tecnologias.

A Cognatis já vem encarando as possibilidades do Big Data, apesar do longo caminho que temos pela frente em termos de novas informações que a tecnologia deverá oferecer nos próximos anos. Conheça o GEOpop, que conta com várias novas fontes e tecnologias oriundas do Big Data,

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